domingo, 20 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Lindo poema de Gerson Borges pra começar o dia.
Creio cada dia mais que Deus cuida de cada um de nós.
Que neste dia possamos ver os pequenos presentes de Deus ,mesmo nos momentos em que parece que Ele esta tão distante,ou quando nos sentimos tão fracos que continuar parece ser a ultima alternativa.Continue.Creia.Não desista.Vai valer a pena continuar....
NESSAS SEGUNDAS DE ABRIL
... Por Gérson Borges
Nessas segundas de abril
Tenho me perguntado
Onde meu riso caiu
E eu poderia ter juntado
Cacos de vida no chão,
Pedaços de alegria
Que me fariam tão bem relembrados
Nessas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Tenho dormido cedo
Parece meio infantil
Mas Noite Escura mete medo
Tento sonhar com o Sol
- Sonhar é um exercício
Que me faria tão bem praticado
Nesssas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Tenho relido cartas,
Visto retratos de mim
Quando esperanças eram fartas
É, não nos falta aflição
Onde estarão os meus amigos?
Que bom seria poder abraçá-los
Nessas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Minha oração pequena
Tem sido ” Filho de Deus,
Mostra-me ainda vale a pena
Não desistir do que é bom
Pois o deserto não dura…”
Que bom seria poder encerrá-lo
Nessas segundas de abril.
Lindo poema de Gerson Borges pra começar o dia.Creio cada dia mais que Deus cuida de cada um de nós.
Que neste dia possamos ver os pequenos presentes de Deus ,mesmo nos momentos em que parece que Ele esta tão distante,ou quando nos sentimos tão fracos que continuar parece ser a ultima alternativa.Continue.Creia.Não
NESSAS SEGUNDAS DE ABRIL
... Por Gérson Borges
Nessas segundas de abril
Tenho me perguntado
Onde meu riso caiu
E eu poderia ter juntado
Cacos de vida no chão,
Pedaços de alegria
Que me fariam tão bem relembrados
Nessas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Tenho dormido cedo
Parece meio infantil
Mas Noite Escura mete medo
Tento sonhar com o Sol
- Sonhar é um exercício
Que me faria tão bem praticado
Nesssas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Tenho relido cartas,
Visto retratos de mim
Quando esperanças eram fartas
É, não nos falta aflição
Onde estarão os meus amigos?
Que bom seria poder abraçá-los
Nessas segundas de abril.
Nessas segundas de abril
Minha oração pequena
Tem sido ” Filho de Deus,
Mostra-me ainda vale a pena
Não desistir do que é bom
Pois o deserto não dura…”
Que bom seria poder encerrá-lo
Nessas segundas de abril.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
O próximo Billy Graham pode estar bêbado agora por Russell D. Moore
Sempre que começo a me sentir desencorajado a respeito do futuro da igreja, me lembro de uma conversa que tive, alguns anos atrás, com o teólogo evangélico Carl F. H. Henry, no que acabaria sendo a sua última visita ao Southern Seminary antes de sua morte.Muitos de nós estávamos lamentando o estado lamentável da igreja em relação ao descompromisso teológico, a pregação vazia, a falta de discipulado. Perguntamos ao Dr. Henry se ele via alguma esperança nas próximas gerações de evangélicos.Nunca me esquecerei de sua resposta.“Por que você fala como se o cristianismo fosse genético?”, disse. “É claro que há esperança para a próxima geração de evangélicos. Mas os líderes da próxima geração talvez não venham do contexto evangélico atual. Provavelmente, ainda são pagãos”.“Quem diria que Saulo de Tarso seria o maior dos apóstolos entre os gentios?”, nos perguntou. “Quem diria que Deus levantaria um C. S. Lewis, um Charles Colson? Eles eram incrédulos que, uma vez salvos pela graça de Deus, foram grandes guerreiros da fé”.E, claro, o mesmo princípio se aplicava ao próprio Henry. Quem diria que Deus levantaria um jornaleiro vindo de uma família Luterana não-praticante para defender as Escrituras por gerações de evangélicos conservadores?O próximo Jonathan Edwards pode ser o homem dirigindo na sua frente, com um adesivo do peixe de Darwin colado no carro. O próximo Charles Wesley pode ser um artista de hip-hop misógino e de boca suja agora. O próximo Billy Graham talvez esteja desmaiado de tanto beber em alguma festa de faculdade. O próximo Charles Spurgeon pode estar, nesse momento, produzindo cartazes de alguma marcha do orgulho gay. A próxima Madre Teresa pode estar administrando uma clínica de aborto nesse instante.Mas o Espírito de Deus pode mudar tudo isso. E parece ter prazer em fazê-lo. O novo nascimento não simplesmente transforma vidas, criando arrependimento e fé; também provê novos líderes para a igreja, e cumpre a promessa de Jesus de dar a igreja tudo que ela precisasse para prosseguir sua marcha, no espaço e no tempo (Efésios 4.8-16).Afinal de contas, enquanto Filipe levava o eunuco etíope a Cristo, Saulo de Tarso ainda era um assassino.Grande parte da igreja, em qualquer geração, surge por meio do discipulado lento e paciente da próxima geração. Mas para nos impedir de pensar que o cristianismo é evolucionário e “natural” (ou, para usar o termo do Dr. Henry, “genético”), Jesus choca sua igreja ao usar líderes que parecem surgir como um Big Bang, do nada.Sempre que sou tentado a me desesperar por conta do estado da igreja americana, sou lembrado que Jesus nunca prometeu o triunfo da igreja americana; ele prometeu o triunfo da igreja. Grande parte da igreja, no céu ou na terra, não é americana. Talvez a esperança para as igrejas americanas esteja, nesse exato momento, na Nigéria, no Laos ou na Indonésia.Jesus será Rei, e sua igreja florescerá. E ele o fará acontecer da forma como quiser, ao exaltar os humildes e humilhando os exaltados, ao transformar covardes, ladrões e assassinos nas pedras de fundação da Nova Cidade.Então relaxe.E seja gentil com o ateu dirigindo na sua frente; aquele mesmo que acabou de te fazer um gesto obsceno. Pode ser que ele venha a evangelizar os seus netos.
Sempre que começo a me sentir desencorajado a respeito do futuro da igreja, me lembro de uma conversa que tive, alguns anos atrás, com o teólogo evangélico Carl F. H. Henry, no que acabaria sendo a sua última visita ao Southern Seminary antes de sua morte.Muitos de nós estávamos lamentando o estado lamentável da igreja em relação ao descompromisso teológico, a pregação vazia, a falta de discipulado. Perguntamos ao Dr. Henry se ele via alguma esperança nas próximas gerações de evangélicos.Nunca me esquecerei de sua resposta.“Por que você fala como se o cristianismo fosse genético?”, disse. “É claro que há esperança para a próxima geração de evangélicos. Mas os líderes da próxima geração talvez não venham do contexto evangélico atual. Provavelmente, ainda são pagãos”.“Quem diria que Saulo de Tarso seria o maior dos apóstolos entre os gentios?”, nos perguntou. “Quem diria que Deus levantaria um C. S. Lewis, um Charles Colson? Eles eram incrédulos que, uma vez salvos pela graça de Deus, foram grandes guerreiros da fé”.E, claro, o mesmo princípio se aplicava ao próprio Henry. Quem diria que Deus levantaria um jornaleiro vindo de uma família Luterana não-praticante para defender as Escrituras por gerações de evangélicos conservadores?O próximo Jonathan Edwards pode ser o homem dirigindo na sua frente, com um adesivo do peixe de Darwin colado no carro. O próximo Charles Wesley pode ser um artista de hip-hop misógino e de boca suja agora. O próximo Billy Graham talvez esteja desmaiado de tanto beber em alguma festa de faculdade. O próximo Charles Spurgeon pode estar, nesse momento, produzindo cartazes de alguma marcha do orgulho gay. A próxima Madre Teresa pode estar administrando uma clínica de aborto nesse instante.Mas o Espírito de Deus pode mudar tudo isso. E parece ter prazer em fazê-lo. O novo nascimento não simplesmente transforma vidas, criando arrependimento e fé; também provê novos líderes para a igreja, e cumpre a promessa de Jesus de dar a igreja tudo que ela precisasse para prosseguir sua marcha, no espaço e no tempo (Efésios 4.8-16).Afinal de contas, enquanto Filipe levava o eunuco etíope a Cristo, Saulo de Tarso ainda era um assassino.Grande parte da igreja, em qualquer geração, surge por meio do discipulado lento e paciente da próxima geração. Mas para nos impedir de pensar que o cristianismo é evolucionário e “natural” (ou, para usar o termo do Dr. Henry, “genético”), Jesus choca sua igreja ao usar líderes que parecem surgir como um Big Bang, do nada.Sempre que sou tentado a me desesperar por conta do estado da igreja americana, sou lembrado que Jesus nunca prometeu o triunfo da igreja americana; ele prometeu o triunfo da igreja. Grande parte da igreja, no céu ou na terra, não é americana. Talvez a esperança para as igrejas americanas esteja, nesse exato momento, na Nigéria, no Laos ou na Indonésia.Jesus será Rei, e sua igreja florescerá. E ele o fará acontecer da forma como quiser, ao exaltar os humildes e humilhando os exaltados, ao transformar covardes, ladrões e assassinos nas pedras de fundação da Nova Cidade.Então relaxe.E seja gentil com o ateu dirigindo na sua frente; aquele mesmo que acabou de te fazer um gesto obsceno. Pode ser que ele venha a evangelizar os seus netos.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.Tudo isso é... Saber viver!!!
sábado, 20 de agosto de 2011
Engraçado
Sempre em momentos marcantes da minha vida Marcelo Aguiar está presente.
Sempre em momentos marcantes da minha vida Marcelo Aguiar está presente.
Hj estou aliviada e feliz.
Sei que nada nem nunguém podera mudar tudo que Deus tem preparado para mim.....
Te amo Deus!!!!!!!!
O DEUS DE QUEM EU SOU
É tempo de aprender
Ele não disse que seria fácil a vida aqui
É preciso entender
Se os planos são estérios
Revelados pro meu bem
Que todos possam ver
Que hoje eu trago as marcas do evangelho
Que ele colocou em mim
E assim sei que vou vencer
Nada e ninguém poderá mudar
Tudo que tu tens preparado para mim
O Deus de quem eu sou é aquele a quem eu sirvo
Diz a minha paz vos dou
sábado, 13 de agosto de 2011
Enquanto eu chorava
Fernanda Brum
Quanto eu chorei derramado aos Teus pés
Quanto eu clamei, meu Senhor
Na adoração que eu fazia em meio à dor
O Teu coração me ouviu
Muitos não entendiam
A razão de eu insistir assim
É porque eu sentia que Deus de mim cuidava
E em mim gerava um sonho bom
Bem maior
Quando eu chorava e me derramava
Deus livrou-me da amargura, liberou o milagre
Alta madrugada, fui agraciada
Eu vi Tua mão agir
Teu zelo e Teu amor por mim
Aprendi que tudo belo Tu fazes em seu tempo (em seu tempo)
Aprendi que tudo belo Tu fazes em seu tempo (em seu tempo)
Toda afronta e humilhação
Não se comparam com a glória que há de ser revelada a mim
quinta-feira, 28 de julho de 2011

“Os Domingos Precisam de Feriados"
Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte épausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.
Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.
Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.
O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.
Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…
Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?
Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…
Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.
Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.
Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.
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